Engenharia sênior dentro da sua operação, trabalhando sobre os seus dados e os seus sistemas, até o projeto rodar em produção.
Para quem já fez o MVP com IA e travou na hora de escalar. E para consultorias que têm o cliente, mas não têm o engenheiro.
Conversar sobre um projetoForward Deployed Engineer (FDE) é o engenheiro de software que trabalha dentro da organização do cliente para construir, integrar e colocar tecnologia complexa em produção. Ele não entrega um relatório. Entrega o sistema rodando sobre os dados reais.
O modelo nasceu na Palantir, que mandava engenheiros para dentro dos clientes em vez de esperar o problema chegar descrito num documento. Hoje OpenAI, Anthropic, Google e Databricks contratam FDE pelo mesmo motivo: o projeto de IA trava no encontro com a operação real, não na demonstração.
Dois tipos de empresa chegam até nós com o mesmo problema: o projeto existe, mas não está em produção.
O protótipo funciona na demonstração. Foi feito com um LLM, com vibe coding ou com uma ferramenta de código com IA. Agora precisa de autenticação, integração com o ERP, controle de custo, logs e alguém que responda quando quebrar. Falta musculatura de engenharia, não ideia.
Vocês têm o cliente e o escopo. Falta o engenheiro especializado para a parte da entrega que o time atual não cobre. Entramos no projeto de vocês, pelo escopo combinado.
Se o seu problema cabe numa ferramenta de prateleira, use a ferramenta.
A diferença está em quem decide, quem constrói e quem responde quando o sistema não funciona.
| Modelo | Quem decide | Quem constrói | Quem responde pelo resultado | Quando acaba |
|---|---|---|---|---|
| Consultoria de IA | Recomenda. Quem decide é o cliente | O time do cliente ou um terceiro | O cliente | Na entrega do diagnóstico |
| Alocação de TI | O cliente | O profissional alocado, gerenciado pelo cliente | O cliente | Quando acabam as horas contratadas |
| CTO as a Service | O CTO, junto com a diretoria | O time do cliente ou squads contratados | A diretoria, com o CTO pela direção técnica | Quando a empresa tem liderança técnica própria |
| Forward Deployed Engineer | O cliente decide o problema. O FDE decide a solução técnica | O FDE, dentro da operação | O FDE, até a passagem de bastão | Quando o sistema roda em produção e o time do cliente assume |
Precisa de alguém para decidir o caminho? Veja o CTO as a Service. Precisa de alguém para construir e colocar no ar? É FDE.
Quatro etapas, todas sobre os dados e os sistemas reais da empresa.
Entendemos a operação no lugar onde ela acontece: quem usa, que dados entram, onde o processo emperra. A restrição que derruba o projeto quase sempre só aparece aqui.
Construímos sobre os dados e os sistemas que já existem, integrando com o que a empresa usa hoje.
O sistema vai para produção com monitoramento, controle de acesso e um plano para quando falhar.
Documentamos e treinamos o time do cliente (ou da consultoria) para operar e evoluir o sistema sem depender de nós.
Uma integradora de TI parceira tinha o cliente, uma instituição financeira, e um projeto que pedia um arquiteto que ela não tinha no time.
Um dos sócios da ID.AI entrou no projeto contratado pela integradora, para desenhar a arquitetura de um sistema de negociação multimoeda, com contas em moedas diferentes.
Trabalho com início, meio e fim, feito dentro do cliente e entregue pela integradora. É o modelo FDE ao pé da letra.
Os nomes do cliente e da integradora ficam em sigilo.
FDE sem plataforma é consultoria com outro crachá. A ID.AI construiu a própria plataforma dentro da Java Chocolates, operando uma fábrica de verdade, antes de levar para cliente. Cada projeto reaproveita peças que já rodam em produção:
Usamos o modelo de IA que o caso pede. O nosso atendimento, por exemplo, roda em Gemini.
Por escopo fechado, com início, meio e fim. O escopo diz o que vai para produção, em quanto tempo e o que o seu time recebe na passagem de bastão.
Contrate direto ou por meio da sua consultoria.
Não publicamos preço: o valor depende do escopo, e o escopo começa na primeira conversa.
Trabalha dentro da operação do cliente para construir, integrar e colocar um sistema em produção. Na prática: entende o processo no lugar onde ele acontece, escreve o código sobre os dados reais, integra com os sistemas que a empresa já usa, coloca no ar e passa o bastão para o time do cliente.
A consultoria recomenda, e o cliente executa. O FDE executa: constrói o sistema e responde por ele até estar em produção. Muitas consultorias contratam um FDE justamente para a parte da entrega que exige engenharia especializada.
Não. Na alocação, a empresa compra horas e gerencia o profissional. No FDE, compra um resultado com escopo fechado: o sistema rodando em produção. Quem conduz a parte técnica é o FDE.
Depende do escopo, e o escopo é fechado antes de começar, com início, meio e fim. O projeto termina quando o sistema roda em produção e o time do cliente assume a operação.
Sim. O caso desta página foi assim: entramos contratados pela integradora, que era dona da relação com o cliente. Como a ID.AI aparece para o cliente final é combinado no início de cada projeto.
Conte em que pé ele está. Na primeira conversa dizemos se o modelo FDE serve para o seu caso. Se não servir, dizemos isso também.
Não basta ter conhecimento técnico, é preciso entender de negócio. Temos ampla experiência em tecnologias de ponta, e marketing de resultado aplicado ao empreendedorismo real.